A Arte da dedução de Sherlock Holmes
A Arte da dedução de Sherlock Holmes
Sherlock Holmes é um dos personagens mais incríveis da Literatura e também do Cinema. A brilhante criação do escocês Sir Arthur Conan Doyle está no Guinness Book como “o personagem mais explorado na história do cinema”. Cerca de 200 atores já o interpretaram.Além de servir como fonte de inspiração para a indústria literária e cinematográfica, o personagem Sherlock Holmes fornece conteúdo de interesse para o enredo de séries televisivas, peças teatrais, shows musicais e vários romances de suspense que fascinam tanto quanto a obra original.
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A Chave de Rebecca por Ken Follett
A Chave de Rebecca por Ken FollettNorte da África, Segunda Guerra Mundial. As tropas britânicas na região estão sofrendo perdas significativas. Não há dúvidas de que alguém está informando o inimigo sobre os movimentos e planos estratégicos do exército britânico.
O espião é conhecido por seus compatriotas alemães como Esfinge, mas para todos os outros é o empresário europeu Alex Wolff. Após cruzar o deserto, ele chega ao Cairo, no Egito, munido de um rádio, uma lâmina letal e um exemplar do livro Rebecca, de Daphne du Maurier. Violento e implacável, ele está disposto a tudo para cumprir a missão que recebeu.
Para isso, conta com a ajuda de uma dançarina do ventre tão inescrupulosa quanto ele.
O único homem capaz de detê-lo é William Vandam, oficial da inteligência britânica que precisa desvendar o enigma do Esfinge para interromper o avanço dos nazistas.
Ao mesmo tempo que os alemães chegam cada vez mais perto da vitória final, Vandam também se aproxima de seu adversário, da chave que revela o código escondido no livro – e do combate mortal
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Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)
Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)
Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI.
Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.
Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.
Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.
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Nova Iorque sob trevas por Stranger Things
Nova Iorque sob trevas por Stranger ThingsApagam-se as luzes na cidade que nunca dorme. Se pensa que conhece toda a história do Chefe Jim Hopper, está enganado. Prepare-se para as revelações há muito aguardadas da sua vida de detetive na Polícia de Nova Iorque e para o confronto entre o passado e o presente, nesta prequela da série de sucesso da Netflix, Stranger Things. «NO VERÃO DE 1977, ALGO MUITO ESTRANHO ACONTECEU
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As espiãs do dia D por KEN FOLLET
As espiãs do dia D por KEN FOLLETSegunda Guerra Mundial. Na fúria expansionista do Terceiro Reich, a França é tomada pelas tropas de Hitler. Os alemães ignoram quando e onde, mas estão cientes de que as forças aliadas planejam libertar a Europa.
Para a oficial inglesa Felicity Clairet, nunca houve tanto em jogo. Ela sabe que a capacidade de Hitler repelir um ataque depende de suas linhas de comunicação. Assim, a dias da invasão pelos Aliados, não há meta mais importante que inutilizar a maior central telefônica da Europa, alojada num palácio na cidade de Sainte-Cécile.
Porém, além de altamente vigiado, esse ponto estratégico é à prova de bombardeios. Quando Felicity e o marido, um dos líderes da Resistência francesa, tentam um ataque direto, Michel é baleado e seu grupo, dizimado.
Abalada pelas baixas sofridas e com sua credibilidade posta em questão por seus superiores, a oficial recebe uma última chance. Ela tem nove dias para formar uma equipe de mulheres e entrar no palácio sob o disfarce de faxineiras.
Arriscando a vida para salvar milhões de pessoas, a equipe Jackdaws tentará explodir a fortaleza e aniquilar qualquer chance de comunicação alemã – mesmo sabendo que o inimigo pode estar à sua espera.
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Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorGuia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorDepois de ler o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, fiquei com gostinho de quero mais. Lá, já havia certas provocações sobre a origem do futebol, mas agora a coisa ficou séria e, aproveitando a época da Copa, ganhamos uma versão dedicada a este esporte, que é paixão nacional.
E pra quem acha que Charles Miller é o pai do futebol no país, já vai um balde um água fria: na verdade, o escocês Thomas Donohoe começou antes, com bate-bola na prática, sem se preocupar em registrar nada.
Mas como era o futebol, no fim do século XIX e começo do XX? Tínhamos times de brancos x negros (eita!). A mistura foi ocorrendo aos poucos.
Nosso 1º craque, Arthur Friedenreich, era boêmio e amava seresta, pôquer e cabarés. Ele fez 568 gols em 580 jogos, uma média de 0,98 gol/jogo. Isso em 1925. Se fosse hoje, com certeza, ele seria um baladeiro de plantão (aliás, acho que isso não mudou muito na conduta dos nossos craques, né?)
E Pelé, qual foi a média de gols dele?
“Com 1282 gols em 1367 partidas, o Rei encerrou a carreira com média de 0,94 bola na rede por jogo.” (pág. 62)
Claro que há controvérsias na forma de contar os gols e o livro também aborda isso e fala da média de gols de outros jogadores.
O livro ainda dedica capítulos a cada Copa, aos mitos, às organizadas, aos craques (Pelé, Maradona, Messi) e sentencia: “Não existe na história do futebol melhor time que a seleção brasileira campeã da Copa do Mundo de 70” (pág. 80).
Será?
Uma coisa é fato: depois dessa Copa, algumas coisas terão de ser revistas no livro para uma nova edição, a começar pela contagem de maior vexame do Brasil em jogos da Copa. Até então, o pior placar fora um 3×0…
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A Coisa por Stephen King
A Coisa por Stephen KingQuase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal. Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto, mas somente eles podem vencer a Coisa. Em It : A Coisa, clássico de Stephen King em nova edição, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.
A cada vinte e sete anos, desaparecimentos e mortes misteriosas ocorrem em Derry, no Maine. Uma força sobrenatural reside na cidade se alimentando de seus piores medos e angustias, enfrentá-la pode ser a única maneira de se ver livre dela pra sempre, mas isso já foi feito uma vez e quando o ciclo recomeçou ela parecia mais faminta do que nunca.
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Carrie a Estranha por Stephen King
Carrie a Estranha por Stephen KingUm grande livro de Stephen King
Amo Stephen King. Tanto que virou uma característica minha, todos que me conhecem sabem que ele é meu escritor favorito. O mais legal é que esse amor começou exatamente com “Carrie, a Estranha“ (Carrie, EUA, 291 páginas, 1974). Eu era muito nova (muito mesmo, criança ainda) quando permitiram que eu visse o filme. Dessa experiência não lembro de quase nada a não ser o banho de sangue de porco e que adorei! Dali foi um passo para ler os livros.
Comecei com “A Hora da Zona Morta” (que gostei muito, mas achei muito adulto para mim na época), depois “A Hora do Vampiro” (reeditado como “Salem“), “O Iluminado” (que quase me fez perder uma prova de matemática, já que eu PRECISAVA terminar o livro antes de dormir) e finalmente “Carrie, a Estranha“. Dessa primeira vez que li, tudo que me lembro é da mãe, personagem que me impressionou muito, e da cena final do livro, momento que percebi que Stephen King é um grande escritor.
Então decidiram realizar um novo filme baseado em “Carrie, a Estranha”, o que me fez querer reler o livro antes de ver essa nova versão. Reli em dois dias, não apenas por ser curto, mas também por ter uma narrativa dinâmica que mistura a vida cotidiana de Carrie a relatos, entrevistas, textos científicos e relatórios policiais sobre a tragédia que se abateu sobre a cidade de Chamberlain. Percebi que não lembrava alguns detalhes do livro, mas também uma outra coisa: que o autor conseguiu em seu primeiro livro ditar todo seu estilo literário e ainda mostrar que escrever terror pode ser sinônimo de boa literatura, graças à forma como ele constrói a história e envolve o leitor. O resultado é que consegui admirá-lo ainda mais.
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Iverno do mundo II por Ken Follet
Iverno do mundo II por Ken FolletBerlim, 1933. Violentas mudanças sacodem a cidade e prenunciam o período de instabilidade que o mundo está prestes a enfrentar. O segundo volume da trilogia “O Século” começa com a ascensão de Hitler ao poder na Alemanha e a Guerra Civil Espanhola. É o inverno do mundo.
Neste cenário, a nova geração das cinco famílias que fizeram história em Queda de gigantes viverá alegrias e tristezas, amores e tragédias.
Aos 11 anos, Carla von Ulrich luta para entender as tensões que perturbam sua família à medida que o domínio de Hitler se estende sobre a Alemanha. No meio desse turbilhão, a ex-deputada do Parlamento britânico Ethel Leckwith, amiga da mãe de Carla, desembarca em Berlim com o filho Lloyd, um jovem estudante que irá sentir na pele a realidade brutal do nazismo.
Lloyd conhece um grupo de alemães decidido a enfrentar Hitler – mas será que eles estarão dispostos a trair o próprio país? Essas pessoas são vigiadas de perto por Volodya, um jovem russo com um futuro brilhante na Inteligência do Exército Vermelho.
De volta à Inglaterra, Lloyd sente-se irresistivelmente atraído pela esfuziante socialite americana Daisy Peshkov, símbolo de tudo o que sua família de esquerdistas mais despreza. Daisy, por sua vez, está mais interessada no aristocrata Boy Fitzherbert, piloto amador, festeiro contumaz e membro importante da União Britânica de Fascistas.
Em Inverno do mundo, como em outras obras de Ken Follett, a ficção se mistura à realidade, e figuras históricas, como Hitler, Goebbels, Oppenheimer e Stalin, se mesclam aos personagens cuja vida e morte estão nas mãos do autor.
Do incêndio do prédio do Parlamento alemão ao bombardeio a Pearl Harbor, da Espanha a Estalingrado, de Hiroshima a Nagasaki, o embate entre poderio militar e crenças pessoais afetará a vida de todo o mundo. Diante da maior e mais cruel guerra da história da humanidade, só restará a esperança.
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