A Dieta Espiritual
A Dieta Espiritual
R$ 39,90
Allan Percy já vendeu mais de 700 mil livros no Brasil. A dieta espiritual é um guia prático para nos ajudar a eliminar os hábitos e comportamentos que roubam a leveza do dia a dia. Neste livro, Allan Percy apresenta as 24 causas mais comuns da infelicidade humana e mostra como nos livrar delas, uma a uma, semanalmente. Do estresse ao rancor, do medo à impaciência, do perfeccionismo à hostilidade, cada capítulo aborda um tema, a partir de um exemplo simples do cotidiano. Em seguida, os melhores “nutricionistas espirituais” de cada assunto mostram como aquele comportamento afeta nossa saúde, nossa alegria e nosso bem-estar. Organizado como uma dieta com metas semanais, este livro tem como missão reduzir as medidas da infelicidade e da angústia, sentimentos que se instalam quando perpetuamos hábitos emocionalmente nocivos. Quando aprendemos a nos alimentar de emoções saudáveis, descobrimos: • Como a preocupação infundada diminui nossa autoconfiança. • Por que não devemos nos comparar aos outros, e sim nos inspirar neles. • Por que estar sempre na defensiva é uma fraqueza, e não um ponto forte. • Como o excesso de críticas pode prejudicar os outros e a nós mesmos. • Por que o perdão é mais libertador para quem perdoa do que para quem é perdoado.
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Arroz de Palma
Arroz de Palmarimeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, O arroz de palma narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos suas vidas, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado no casamento dos patriarcas, José Custódio e Maria Romana, em 1908. Grão que serve de fio condutor desta história, como migalhas de pão jogadas no labirinto da memória.
Estreia na literatura do roteirista e dramaturgo Francisco Azevedo — autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica —, o livro começa com Antônio, filho de José e Maria, aos 88 anos, preparando o almoço que será servido à família, finalmente reunida após muito tempo. Enquanto combina os ingredientes, vão se misturando em sua mente as histórias que Tia Palma, irmã de seu pai, lhe contava. Mitologias familiares, que gravitam em torno desse arroz e também em torno das dificuldades em se largar uma terra amada por um futuro duvidoso.
No casamento dos pais, em Viana do Castelo, norte de Portugal, seguindo a tradição, o casal saiu da igreja sob uma chuva de arroz. Recolhido por Palma, esses 12 quilos de arroz foram acompanhando a família, sendo fundamentais em vários momentos. Como quando, para tratar da infertilidade da cunhada e do irmão, Palma dá a ele um laxante e depois prepara uma canja com esse arroz. O mesmo que ela presenteia ao sobrinho Antônio no dia de seu casamento. Uma união selada num almoço em que a família serviu esse arroz com bacalhau.
O arroz de palma é um romance delicado, que emociona e comove. Com um certo ar de Isabel Allende, a trama tem um forte componente sentimental. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.
CAIM
CAIMSe, em O Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago nos deu sua visão do Novo Testamento, neste Caim ele se volta aos primeiros livros da Bíblia, do Éden ao dilúvio, imprimindo ao Antigo Testamento a música e o humor refinado que marcam sua obra. Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos, palácios de tiranos e campos de batalha, conforme o leitor acompanha uma guerra secular, e de certo modo involuntária, entre criador e criatura. No trajeto, o leitor revisitará episódios bíblicos conhecidos, mas sob uma perspectiva inteiramente diferente.
Para atravessar esse caminho árido, um deus às turras com a própria administração colocará Caim, assassino do irmão Abel e primogênito de Adão e Eva, num altivo jegue, e caberá à dupla encontrar o rumo entre as armadilhas do tempo que insistem em atraí-los. A Caim, que leva a marca do senhor na testa e portanto está protegido das iniquidades do homem, resta aceitar o destino amargo e compactuar com o criador, a quem não reserva o melhor dos julgamentos. Tal como o diabo de O Evangelho, o deus que o leitor encontra aqui não é o habitual dos sermões: ao reinventar o Antigo Testamento, Saramago recria também seus principais protagonistas, dando a eles uma roupagem ao mesmo tempo complexa e irônica, cujo tom de farsa da narrativa só faz por acentuar.
A volta aos temas religiosos serve, também, para destacar o que há de moderno e surpreendente na prosa de Saramago: aqui, a capacidade de tornar nova uma história que conhecemos de cabo a rabo, revelando com mordacidade o que se esconde nas frestas dessas antigas lendas. Munido de ferina veia humorística, Saramago narra uma estranha guerra entre o homem e o senhor. Mais que isso, investiga a fundo as possibilidades narrativas da Bíblia, demonstrando novamente que, ao recontar o mito e confrontar a tradição, o bom autor volta à superfície com uma história tão atual e relevante quanto se pode ser.
Assim Falou Zaratustra
Assim Falou Zaratustra“Deus está morto”
Amado, odiado, incompreendido, mal-interpretado – mas jamais ignorado. Essa é a sina não apenas do personagem principal de “Assim falou Zaratustra”, mas também do próprio livro – a mais célebre obra de Friedrich Nietzsche (1844-1900). Desde a época de seu lançamento, o texto instiga e divide os críticos, e sua influência se estende para muito além da filosofia, inspirando autores como Carl Jung e Thomas Mann. Aliando poesia e discurso filosófico e sedimentando alguns dos conceitos centrais do pensamento de Nietzsche – tais como o super-homem, a vontade de poder e o eterno retorno –, Assim falou Zaratustra foi considerado pelo próprio autor seu trabalho mais importante e íntimo. Esta nova tradução, diretamente do alemão, mantém a musicalidade e a verve do original e convida o leitor brasileiro a mergulhar nesta que é uma das mais enigmáticas e fundamentais obras filosóficas de todos os tempos.
O Encontro inesperado
O Encontro inesperadoivro composto de dez envolventes capítulos nas quais o autor penetra na ciência formidável do espírito. O seu objetivo central é a evidenciação da presença obrigatória de um princípio espiritual inteligente na criação e na evolução de todas as formas matérias.
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A Mais breve História da EuropaMais de 450 mil exemplares vendidos no mundo. Sintético porém abrangente, A mais breve história da Europa encara o desafio de resumir milênios em poucas páginas, mas não se limita a descrever os acontecimentos e todos os fatos importantes – ele explica o que cada um deles significou para a Europa e como influenciou e influencia o resto do mundo. Neste livro ágil e provocador, o renomado historiador John Hirst explica o que tornou a Europa o berço da civilização ocidental e a sociedade mais vanguardista do planeta em áreas como arte, ciência, filosofia e qualidade de vida. Hirst começa identificando as três forças que deram origem à civilização europeia: a cultura da Grécia e da Roma antigas; o cristianismo; e a cultura bélica e feudal dos germânicos. Em seguida, conta como essa mistura instável acabaria se rompendo e então nos guia por um panorama da Antiguidade aos dias atuais a partir de temas como formas de governo, idiomas, religiões, jogos de poder e conflitos bélicos. Com um texto claro e bem-humorado e diversas ilustrações, o autor nos apresenta a cavaleiros e sacerdotes, alemães românticos e franceses revolucionários, camponeses e líderes geniais – todas as peças que moldaram nossa forma de pensar e nos relacionar.
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