A Mais breve História da Europa
A Mais breve História da Europa
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Mais de 450 mil exemplares vendidos no mundo. Sintético porém abrangente, A mais breve história da Europa encara o desafio de resumir milênios em poucas páginas, mas não se limita a descrever os acontecimentos e todos os fatos importantes – ele explica o que cada um deles significou para a Europa e como influenciou e influencia o resto do mundo. Neste livro ágil e provocador, o renomado historiador John Hirst explica o que tornou a Europa o berço da civilização ocidental e a sociedade mais vanguardista do planeta em áreas como arte, ciência, filosofia e qualidade de vida. Hirst começa identificando as três forças que deram origem à civilização europeia: a cultura da Grécia e da Roma antigas; o cristianismo; e a cultura bélica e feudal dos germânicos. Em seguida, conta como essa mistura instável acabaria se rompendo e então nos guia por um panorama da Antiguidade aos dias atuais a partir de temas como formas de governo, idiomas, religiões, jogos de poder e conflitos bélicos. Com um texto claro e bem-humorado e diversas ilustrações, o autor nos apresenta a cavaleiros e sacerdotes, alemães românticos e franceses revolucionários, camponeses e líderes geniais – todas as peças que moldaram nossa forma de pensar e nos relacionar.
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Adultério por Paulo Coelho
Adultério por Paulo CoelhoLinda tem 31 anos e, aos olhos de todos, sua vida é perfeita: ela mora na Suíça, um dos países mais seguros do mundo, tem um casamento sólido e estável, um marido amoroso, filhos doces e bem-comportados e um emprego como jornalista do qual não pode se queixar.
No entanto, ela começa a questionar a rotina e a previsibilidade de seus dias. Já não consegue suportar o esforço que precisa fazer para fingir estar feliz quando na verdade o que sente pela vida é uma enorme apatia.
Tudo isso muda quando ela encontra um ex-namorado da adolescência. Jacob agora é um político bem-sucedido e, durante uma entrevista, acaba despertando algo que havia muito ela não sentia: paixão.
Agora ela fará de tudo para conquistar esse amor impossível, e terá que descer até o fundo do poço das emoções humanas para enfim encontrar sua redenção.
CAIM
CAIMSe, em O Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago nos deu sua visão do Novo Testamento, neste Caim ele se volta aos primeiros livros da Bíblia, do Éden ao dilúvio, imprimindo ao Antigo Testamento a música e o humor refinado que marcam sua obra. Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos, palácios de tiranos e campos de batalha, conforme o leitor acompanha uma guerra secular, e de certo modo involuntária, entre criador e criatura. No trajeto, o leitor revisitará episódios bíblicos conhecidos, mas sob uma perspectiva inteiramente diferente.
Para atravessar esse caminho árido, um deus às turras com a própria administração colocará Caim, assassino do irmão Abel e primogênito de Adão e Eva, num altivo jegue, e caberá à dupla encontrar o rumo entre as armadilhas do tempo que insistem em atraí-los. A Caim, que leva a marca do senhor na testa e portanto está protegido das iniquidades do homem, resta aceitar o destino amargo e compactuar com o criador, a quem não reserva o melhor dos julgamentos. Tal como o diabo de O Evangelho, o deus que o leitor encontra aqui não é o habitual dos sermões: ao reinventar o Antigo Testamento, Saramago recria também seus principais protagonistas, dando a eles uma roupagem ao mesmo tempo complexa e irônica, cujo tom de farsa da narrativa só faz por acentuar.
A volta aos temas religiosos serve, também, para destacar o que há de moderno e surpreendente na prosa de Saramago: aqui, a capacidade de tornar nova uma história que conhecemos de cabo a rabo, revelando com mordacidade o que se esconde nas frestas dessas antigas lendas. Munido de ferina veia humorística, Saramago narra uma estranha guerra entre o homem e o senhor. Mais que isso, investiga a fundo as possibilidades narrativas da Bíblia, demonstrando novamente que, ao recontar o mito e confrontar a tradição, o bom autor volta à superfície com uma história tão atual e relevante quanto se pode ser.
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A Dieta Espiritual
A Dieta EspiritualAllan Percy já vendeu mais de 700 mil livros no Brasil. A dieta espiritual é um guia prático para nos ajudar a eliminar os hábitos e comportamentos que roubam a leveza do dia a dia. Neste livro, Allan Percy apresenta as 24 causas mais comuns da infelicidade humana e mostra como nos livrar delas, uma a uma, semanalmente. Do estresse ao rancor, do medo à impaciência, do perfeccionismo à hostilidade, cada capítulo aborda um tema, a partir de um exemplo simples do cotidiano. Em seguida, os melhores “nutricionistas espirituais” de cada assunto mostram como aquele comportamento afeta nossa saúde, nossa alegria e nosso bem-estar. Organizado como uma dieta com metas semanais, este livro tem como missão reduzir as medidas da infelicidade e da angústia, sentimentos que se instalam quando perpetuamos hábitos emocionalmente nocivos. Quando aprendemos a nos alimentar de emoções saudáveis, descobrimos: • Como a preocupação infundada diminui nossa autoconfiança. • Por que não devemos nos comparar aos outros, e sim nos inspirar neles. • Por que estar sempre na defensiva é uma fraqueza, e não um ponto forte. • Como o excesso de críticas pode prejudicar os outros e a nós mesmos. • Por que o perdão é mais libertador para quem perdoa do que para quem é perdoado.
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A história do mundo para quem tem pressa por Emma Marriott
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A história do mundo para quem tem pressa por Emma MarriottÉ um desafio e tanto resumir mais de 5 mil anos de história em apenas 200 páginas, mas é exatamente isso o que este audacioso livro conseguiu.
A História do Mundo para Quem Tem Pressa é na verdade um guia sintético, mas abrangente, para tudo o que precisamos saber sobre os acontecimentos mais importantes da história, desde as antigas civilizações até o final da Segunda Guerra Mundial e a criação da ONU. Quer esteja interessado no império de Alexandre, o Grande, ou no florescimento da república cartaginesa e sua destruição por Roma; na ascensão dos califados árabes ou na dinastia Tang, da China; na Guerra Civil Norte-Americana ou na emancipação das mulheres, você encontrará os fatos essenciais neste livro igualmente essencial.
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Idade Mínima Recomendada: 14 Anos
Arroz de Palma
Arroz de Palmarimeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, O arroz de palma narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos suas vidas, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado no casamento dos patriarcas, José Custódio e Maria Romana, em 1908. Grão que serve de fio condutor desta história, como migalhas de pão jogadas no labirinto da memória.
Estreia na literatura do roteirista e dramaturgo Francisco Azevedo — autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica —, o livro começa com Antônio, filho de José e Maria, aos 88 anos, preparando o almoço que será servido à família, finalmente reunida após muito tempo. Enquanto combina os ingredientes, vão se misturando em sua mente as histórias que Tia Palma, irmã de seu pai, lhe contava. Mitologias familiares, que gravitam em torno desse arroz e também em torno das dificuldades em se largar uma terra amada por um futuro duvidoso.
No casamento dos pais, em Viana do Castelo, norte de Portugal, seguindo a tradição, o casal saiu da igreja sob uma chuva de arroz. Recolhido por Palma, esses 12 quilos de arroz foram acompanhando a família, sendo fundamentais em vários momentos. Como quando, para tratar da infertilidade da cunhada e do irmão, Palma dá a ele um laxante e depois prepara uma canja com esse arroz. O mesmo que ela presenteia ao sobrinho Antônio no dia de seu casamento. Uma união selada num almoço em que a família serviu esse arroz com bacalhau.
O arroz de palma é um romance delicado, que emociona e comove. Com um certo ar de Isabel Allende, a trama tem um forte componente sentimental. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.
1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil
1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil
1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no BrasilNas últimas semanas de 1889, a tripulação de um navio de guerra brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital do Ceilão (atual Sri Lanka), foi pega de surpresa pelas notícias alarmantes que chegavam do outro lado do mundo. O Brasil havia se tornado uma república. O império brasileiro, até então tido como a mais sólida, estável e duradoura experiência de governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de Quinze de Novembro. O austero e admirado imperador Pedro II, um dos homens mais cultos da época, que ocupara o trono por quase meio século, fora obrigado a sair do país junto com toda a família imperial. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos do novo regime estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.
Essas e outras histórias surpreendentes estão em 1889, o novo livro do premiado escritor Laurentino Gomes. A obra, que trata da Proclamação da República, fecha uma trilogia iniciada com 1808, sobre a fuga da corte portuguesa de Dom João para Rio de Janeiro, e continuada com 1822, sobre a Independência do Brasil.
Chic Profissional
Chic ProfissionalVivemos em um mundo conectado. Temos mais intimidade com a ideia de circular por aí do que qualquer outro habitante da Terra jamais teve. Empresas se fundem, trocam experiências, fazem negócios e precisam de pessoas preparadas para enfrentar esse cenário cada vez mais dinâmico. Mas essa é uma realidade recente, um código de convivência que está sendo escrito e constantemente modificado, e que traz muita insegurança. Com uma extensa pesquisa e o seu toque especial, Gloria Kalil reúne aqui todas as dicas que você precisa ouvir para ser feliz e eficiente na sua profissão. Como elaborar um bom currículo, de que maneira agir em entrevistas, que roupa vestir no dia a dia, como lidar com celular, e-mail e redes sociais, como enfrentar almoços, jantares e a fatídica festa da firma – esses são apenas alguns dos aspectos abordados neste livro, um guia completo e único para quem precisa encontrar seu lugar nessa nova arena.
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Assim Falou Zaratustra“Deus está morto”
Amado, odiado, incompreendido, mal-interpretado – mas jamais ignorado. Essa é a sina não apenas do personagem principal de “Assim falou Zaratustra”, mas também do próprio livro – a mais célebre obra de Friedrich Nietzsche (1844-1900). Desde a época de seu lançamento, o texto instiga e divide os críticos, e sua influência se estende para muito além da filosofia, inspirando autores como Carl Jung e Thomas Mann. Aliando poesia e discurso filosófico e sedimentando alguns dos conceitos centrais do pensamento de Nietzsche – tais como o super-homem, a vontade de poder e o eterno retorno –, Assim falou Zaratustra foi considerado pelo próprio autor seu trabalho mais importante e íntimo. Esta nova tradução, diretamente do alemão, mantém a musicalidade e a verve do original e convida o leitor brasileiro a mergulhar nesta que é uma das mais enigmáticas e fundamentais obras filosóficas de todos os tempos.





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