Ensaio sobre a cegueira José Saramago
Ensaio sobre a cegueira José Saramago
Uma terrível “treva branca” vai deixando cegos, um a um, os habitantes de uma cidade. Com essa fantasia aterradora, Saramago nos obriga fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu.
Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma “treva branca” que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas.
O Ensaio sobre a cegueira é a fantasia de um autor que nos faz lembrar “a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam”. José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: “uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos”.
“Sim, o Ensaio sobre a cegueira é um livro para se ler neste momento de reclusão e confinamento do coronavírus. Mas não para pensar sobre como uma doença que se espalha sem controle pode mudar nossa vida, mas como nossa vida talvez estivesse completamente equivocada antes que essa doença chegasse.” — Renato Rovai, Revista Fórum
A caligrafia da capa é de autoria do músico e escritor Chico Buarque.
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O nome do vento por Patrick Rothfuss
O nome do vento por Patrick RothfussNinguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso.
Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano – os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.
Quando esses seres do mal reaparecem na cidade, um cronista suspeita de que o misterioso Kote seja o personagem principal de diversas histórias que rondam a região e decide aproximar-se dele para descobrir a verdade.
Pouco a pouco, a história de Kote vai sendo revelada, assim como sua multifacetada personalidade – notório mago, esmerado ladrão, amante viril, herói salvador, músico magistral, assassino infame.
Nessa provocante narrativa, o leitor é transportado para um mundo fantástico, repleto de mitos e seres fabulosos, heróis e vilões, ladrões e trovadores, amor e ódio, paixão e vingança.
Mais do que a trama bem construída e os personagens cativantes, o que torna O nome do vento uma obra tão especial – que levou Patrick Rothfuss ao topo da lista de mais vendidos do The New York Times – é sua capacidade de encantar leitores de todas as idades.
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A Chave de Rebecca por Ken Follett
A Chave de Rebecca por Ken FollettNorte da África, Segunda Guerra Mundial. As tropas britânicas na região estão sofrendo perdas significativas. Não há dúvidas de que alguém está informando o inimigo sobre os movimentos e planos estratégicos do exército britânico.
O espião é conhecido por seus compatriotas alemães como Esfinge, mas para todos os outros é o empresário europeu Alex Wolff. Após cruzar o deserto, ele chega ao Cairo, no Egito, munido de um rádio, uma lâmina letal e um exemplar do livro Rebecca, de Daphne du Maurier. Violento e implacável, ele está disposto a tudo para cumprir a missão que recebeu.
Para isso, conta com a ajuda de uma dançarina do ventre tão inescrupulosa quanto ele.
O único homem capaz de detê-lo é William Vandam, oficial da inteligência britânica que precisa desvendar o enigma do Esfinge para interromper o avanço dos nazistas.
Ao mesmo tempo que os alemães chegam cada vez mais perto da vitória final, Vandam também se aproxima de seu adversário, da chave que revela o código escondido no livro – e do combate mortal
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Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorGuia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorDepois de ler o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, fiquei com gostinho de quero mais. Lá, já havia certas provocações sobre a origem do futebol, mas agora a coisa ficou séria e, aproveitando a época da Copa, ganhamos uma versão dedicada a este esporte, que é paixão nacional.
E pra quem acha que Charles Miller é o pai do futebol no país, já vai um balde um água fria: na verdade, o escocês Thomas Donohoe começou antes, com bate-bola na prática, sem se preocupar em registrar nada.
Mas como era o futebol, no fim do século XIX e começo do XX? Tínhamos times de brancos x negros (eita!). A mistura foi ocorrendo aos poucos.
Nosso 1º craque, Arthur Friedenreich, era boêmio e amava seresta, pôquer e cabarés. Ele fez 568 gols em 580 jogos, uma média de 0,98 gol/jogo. Isso em 1925. Se fosse hoje, com certeza, ele seria um baladeiro de plantão (aliás, acho que isso não mudou muito na conduta dos nossos craques, né?)
E Pelé, qual foi a média de gols dele?
“Com 1282 gols em 1367 partidas, o Rei encerrou a carreira com média de 0,94 bola na rede por jogo.” (pág. 62)
Claro que há controvérsias na forma de contar os gols e o livro também aborda isso e fala da média de gols de outros jogadores.
O livro ainda dedica capítulos a cada Copa, aos mitos, às organizadas, aos craques (Pelé, Maradona, Messi) e sentencia: “Não existe na história do futebol melhor time que a seleção brasileira campeã da Copa do Mundo de 70” (pág. 80).
Será?
Uma coisa é fato: depois dessa Copa, algumas coisas terão de ser revistas no livro para uma nova edição, a começar pela contagem de maior vexame do Brasil em jogos da Copa. Até então, o pior placar fora um 3×0…
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Não confie em ninguém por Charlie Donlea
Não confie em ninguém por Charlie DonleaO destino de Grace Sebold toma um rumo inesperado durante uma tranquila viagem com o namorado. O rapaz é assassinado… e ela é condenada pelo crime. Depois de dez anos na prisão, surge a chance de Grace provar sua inocência ao conhecer a cineasta Sidney. Em um documentário que exibe as falhas do processo, a cineasta questiona se a condenação foi fruto de incompetência policial ou se a jovem foi vítima de uma conspiração. Antes do término das filmagens, o clamor popular leva o caso ser reaberto, mas um novo fato provoca uma reviravolta: Sidney recebe uma carta anônima afirmando que ela está sendo enganada pela assassina. A cineasta começa a investigar o passado de Grace e quanto mais se aprofunda na história, mais dúvidas aparecem. No entanto, agora, o que está em jogo não é apenas a repentina fama e carreira, mas sua própria vida.
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Noite Sobre as Àguas por Ken Follett
Noite Sobre as Àguas por Ken FollettMeu primeiro contato com o Ken Follet foi através do calhamaço Mundo sem fim, onde de forma brilhante nós acompanhamos a vida de alguns personagens, todas as tramas de um pequeno vilarejo de mercadores para sobreviver aos anos e a péssima gerência imposta pela Igreja. Ele me ganhou naquelas mais de mil páginas, e agora, estou ainda mais apaixonada.
Em Noite sobre as águas, Follett retorna de forma brilhante para nos contar um pouco sobre histórias de pessoas que até a primeira vista não possuíam motivos nenhum para estarem juntos no mesmo teto, mas que encontram-se a bordo de um hidroavião de luxo rumo a Nova York. Alguns estão fugindo da guerra, outros estão fugindo de algumas outras pessoas, mas todos eles estão assustados com a travessia, e com o que os aguardam em NY.
São muitas pessoas a bordo do Clipper, mas entre tripulantes e passageiros, a narrativa é focada em alguns personagens e através deles podemos acompanhar todo o desenrolar da trama. O drama pessoal de cada um: uma adolescente que não quer deixar o país, quer servir na guerra, mas é arrastada pelo pai fascista a um novo continente junto com o resto da família; um jovem ladrão que não quer ir parar na cadeia, e rouba um passaporte para fugir; uma esposa negligenciada que decide fugir com o amante para encontrar a felicidade; uma empresária que foi traída pelo irmão e tenta de todas as formas chegar a tempo de uma reunião e impedir que o legado do seu pai seja vendido; o engenheiro do avião que tem que cumprir ordens e por todos do avião em risco se quiser ver novamente sua esposa sequestrada. Varias figuras, várias peças nesse tabuleiro de xadrez que vão se interligando e nos envolvendo em suas vidas.
Follett possui um dom único de prender nossa atenção e nos dividir. Eu não sabia para quem torcer, ou o que esperar da história. Fui pega no meio dessa viagem e me senti a bordo do Clipper junto com todos os personagens, sentindo na pele seus dramas e medos. O mais legal que acho na escrita do autor é que não existem vilões e mocinhos, existem humanos que cometem erros, se arrependem, erram de novo e tentam sempre fazer o melhor em todas as situações. Follett é mestre em descrever a natureza humana, o que facilita a conexão leitor-personagem.
Uma obra única que nos conta sobre um voo real, sim, existiam Clippers e eles eram bem populares, mas com fatos fictícios. Toda a trama e personagens foram criadas na cabeça do Follett, mas conseguimos sentir todo o realismo e tensão da guerra eminente como se estivéssemos lá. Um livro brilhante, uma leitura incrível que eu recomendo com total certeza!
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A Arte da dedução de Sherlock Holmes
A Arte da dedução de Sherlock HolmesSherlock Holmes é um dos personagens mais incríveis da Literatura e também do Cinema. A brilhante criação do escocês Sir Arthur Conan Doyle está no Guinness Book como “o personagem mais explorado na história do cinema”. Cerca de 200 atores já o interpretaram.Além de servir como fonte de inspiração para a indústria literária e cinematográfica, o personagem Sherlock Holmes fornece conteúdo de interesse para o enredo de séries televisivas, peças teatrais, shows musicais e vários romances de suspense que fascinam tanto quanto a obra original.
A Hora do Lobisomem por Stephen King
A Hora do Lobisomem por Stephen KingO primeiro grito veio de um trabalhador da ferrovia isolado pela neve, enquanto as presas do monstro dilaceravam sua garganta. No mês seguinte, um grito de êxtase e agonia vem de uma mulher atacada no próprio quarto. Agora, a cada vez que a lua cheia brilha sobre a cidade de Tarker’s Mill, surgem novas cenas de terror inimaginável. Quem será o próximo? Quando a lua cresce no céu, um terror paralisante toma os moradores da cidade. Uivos quase humanos ecoam no vento. E por todo lado as pegadas de um monstro cuja fome nunca é saciada. Um clássico de Stephen King, com as ilustrações originais de Bernie Wrightson
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Não Há segunda Chance por Harlan Coben
Não Há segunda Chance por Harlan CobenApós ser gravemente ferido numa invasão à sua casa, o Dr. Marc Seidman desperta de um coma de quase duas semanas e descobre que sua vida foi destruída. A esposa foi assassinada. A filha, Tara, de 6 meses, desapareceu.
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Sem ter a quem recorrer, Marc fica dividido entre a agonia e a esperança. E quando os investigadores passam a considerá-lo o principal suspeito dos crimes, ele precisa se lançar numa busca desesperada pela verdade não apenas para recuperar Tara, mas também para salvar a própria vida.
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