O que aconteceu com a Annie C.J Tudor
O que aconteceu com a Annie C.J Tudor
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Quando Joe Thorne era adolescente, sua irmã mais nova desapareceu. Vinte e cinco anos depois, um e-mail anônimo o leva mais uma vez ao passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.”
Atolado em dívidas e bem longe do vilarejo onde cresceu, Joe precisa escapar das pessoas perigosas que estão atrás dele, mas também vê a oportunidade de resolver o que arrasta consigo há mais de duas décadas. Retornar a Arnhill parece a única opção.
Mas voltar também significa abrir velhas feridas e reencontrar pessoas e lugares que ele nunca mais pensou que veria. Afinal, alguns segredos são grandes demais — e Joe não faz ideia de onde está se metendo.
Neste suspense de ares sobrenaturais, o leitor é carregado por reviravoltas sombrias que o deixam na expectativa até o fim. O que aconteceu com Annie é uma viagem ao lugar mais escuro de um passado que precisa ser esquecido.
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Iverno do mundo II por Ken Follet
Iverno do mundo II por Ken FolletBerlim, 1933. Violentas mudanças sacodem a cidade e prenunciam o período de instabilidade que o mundo está prestes a enfrentar. O segundo volume da trilogia “O Século” começa com a ascensão de Hitler ao poder na Alemanha e a Guerra Civil Espanhola. É o inverno do mundo.
Neste cenário, a nova geração das cinco famílias que fizeram história em Queda de gigantes viverá alegrias e tristezas, amores e tragédias.
Aos 11 anos, Carla von Ulrich luta para entender as tensões que perturbam sua família à medida que o domínio de Hitler se estende sobre a Alemanha. No meio desse turbilhão, a ex-deputada do Parlamento britânico Ethel Leckwith, amiga da mãe de Carla, desembarca em Berlim com o filho Lloyd, um jovem estudante que irá sentir na pele a realidade brutal do nazismo.
Lloyd conhece um grupo de alemães decidido a enfrentar Hitler – mas será que eles estarão dispostos a trair o próprio país? Essas pessoas são vigiadas de perto por Volodya, um jovem russo com um futuro brilhante na Inteligência do Exército Vermelho.
De volta à Inglaterra, Lloyd sente-se irresistivelmente atraído pela esfuziante socialite americana Daisy Peshkov, símbolo de tudo o que sua família de esquerdistas mais despreza. Daisy, por sua vez, está mais interessada no aristocrata Boy Fitzherbert, piloto amador, festeiro contumaz e membro importante da União Britânica de Fascistas.
Em Inverno do mundo, como em outras obras de Ken Follett, a ficção se mistura à realidade, e figuras históricas, como Hitler, Goebbels, Oppenheimer e Stalin, se mesclam aos personagens cuja vida e morte estão nas mãos do autor.
Do incêndio do prédio do Parlamento alemão ao bombardeio a Pearl Harbor, da Espanha a Estalingrado, de Hiroshima a Nagasaki, o embate entre poderio militar e crenças pessoais afetará a vida de todo o mundo. Diante da maior e mais cruel guerra da história da humanidade, só restará a esperança.
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A Guerra dos Tronos por George R.R. Martin
A Guerra dos Tronos por George R.R. MartinA guerra dos tronos é o primeiro livro da série best-seller internacional As Crônicas de Gelo e Fogo, que deu origem à adaptação de sucesso da HBO, Game of Thrones.
O verão pode durar décadas. O inverno, toda uma vida. E a guerra dos tronos começou. Como Guardião do Norte, lorde Eddard Stark não fica feliz quando o rei Robert o proclama a nova Mão do Rei. Sua honra o obriga a aceitar o cargo e deixar seu posto em Winterfell para rumar para a corte, onde os homens fazem o que lhes convém, não o que devem… e onde um inimigo morto é algo a ser admirado.
Longe de casa e com a família dividida, Eddard se vê cada vez mais enredado nas intrigas mortais de Porto Real, sem saber que perigos ainda maiores espreitam a distância.
Nas florestas ao norte de Winterfell, forças sobrenaturais se espalham por trás da Muralha que protege a região. E, nas Cidades Livres, o jovem Rei Dragão exilado na Rebelião de Robert planeja sua vingança e deseja recuperar sua herança de família: o Trono de Ferro de Westeros.
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As espiãs do dia D por KEN FOLLET
As espiãs do dia D por KEN FOLLETSegunda Guerra Mundial. Na fúria expansionista do Terceiro Reich, a França é tomada pelas tropas de Hitler. Os alemães ignoram quando e onde, mas estão cientes de que as forças aliadas planejam libertar a Europa.
Para a oficial inglesa Felicity Clairet, nunca houve tanto em jogo. Ela sabe que a capacidade de Hitler repelir um ataque depende de suas linhas de comunicação. Assim, a dias da invasão pelos Aliados, não há meta mais importante que inutilizar a maior central telefônica da Europa, alojada num palácio na cidade de Sainte-Cécile.
Porém, além de altamente vigiado, esse ponto estratégico é à prova de bombardeios. Quando Felicity e o marido, um dos líderes da Resistência francesa, tentam um ataque direto, Michel é baleado e seu grupo, dizimado.
Abalada pelas baixas sofridas e com sua credibilidade posta em questão por seus superiores, a oficial recebe uma última chance. Ela tem nove dias para formar uma equipe de mulheres e entrar no palácio sob o disfarce de faxineiras.
Arriscando a vida para salvar milhões de pessoas, a equipe Jackdaws tentará explodir a fortaleza e aniquilar qualquer chance de comunicação alemã – mesmo sabendo que o inimigo pode estar à sua espera.
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Carrie a Estranha por Stephen King
Carrie a Estranha por Stephen KingUm grande livro de Stephen King
Amo Stephen King. Tanto que virou uma característica minha, todos que me conhecem sabem que ele é meu escritor favorito. O mais legal é que esse amor começou exatamente com “Carrie, a Estranha“ (Carrie, EUA, 291 páginas, 1974). Eu era muito nova (muito mesmo, criança ainda) quando permitiram que eu visse o filme. Dessa experiência não lembro de quase nada a não ser o banho de sangue de porco e que adorei! Dali foi um passo para ler os livros.
Comecei com “A Hora da Zona Morta” (que gostei muito, mas achei muito adulto para mim na época), depois “A Hora do Vampiro” (reeditado como “Salem“), “O Iluminado” (que quase me fez perder uma prova de matemática, já que eu PRECISAVA terminar o livro antes de dormir) e finalmente “Carrie, a Estranha“. Dessa primeira vez que li, tudo que me lembro é da mãe, personagem que me impressionou muito, e da cena final do livro, momento que percebi que Stephen King é um grande escritor.
Então decidiram realizar um novo filme baseado em “Carrie, a Estranha”, o que me fez querer reler o livro antes de ver essa nova versão. Reli em dois dias, não apenas por ser curto, mas também por ter uma narrativa dinâmica que mistura a vida cotidiana de Carrie a relatos, entrevistas, textos científicos e relatórios policiais sobre a tragédia que se abateu sobre a cidade de Chamberlain. Percebi que não lembrava alguns detalhes do livro, mas também uma outra coisa: que o autor conseguiu em seu primeiro livro ditar todo seu estilo literário e ainda mostrar que escrever terror pode ser sinônimo de boa literatura, graças à forma como ele constrói a história e envolve o leitor. O resultado é que consegui admirá-lo ainda mais.
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Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)
Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)
Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI.
Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.
Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.
Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.
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Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorGuia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorDepois de ler o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, fiquei com gostinho de quero mais. Lá, já havia certas provocações sobre a origem do futebol, mas agora a coisa ficou séria e, aproveitando a época da Copa, ganhamos uma versão dedicada a este esporte, que é paixão nacional.
E pra quem acha que Charles Miller é o pai do futebol no país, já vai um balde um água fria: na verdade, o escocês Thomas Donohoe começou antes, com bate-bola na prática, sem se preocupar em registrar nada.
Mas como era o futebol, no fim do século XIX e começo do XX? Tínhamos times de brancos x negros (eita!). A mistura foi ocorrendo aos poucos.
Nosso 1º craque, Arthur Friedenreich, era boêmio e amava seresta, pôquer e cabarés. Ele fez 568 gols em 580 jogos, uma média de 0,98 gol/jogo. Isso em 1925. Se fosse hoje, com certeza, ele seria um baladeiro de plantão (aliás, acho que isso não mudou muito na conduta dos nossos craques, né?)
E Pelé, qual foi a média de gols dele?
“Com 1282 gols em 1367 partidas, o Rei encerrou a carreira com média de 0,94 bola na rede por jogo.” (pág. 62)
Claro que há controvérsias na forma de contar os gols e o livro também aborda isso e fala da média de gols de outros jogadores.
O livro ainda dedica capítulos a cada Copa, aos mitos, às organizadas, aos craques (Pelé, Maradona, Messi) e sentencia: “Não existe na história do futebol melhor time que a seleção brasileira campeã da Copa do Mundo de 70” (pág. 80).
Será?
Uma coisa é fato: depois dessa Copa, algumas coisas terão de ser revistas no livro para uma nova edição, a começar pela contagem de maior vexame do Brasil em jogos da Copa. Até então, o pior placar fora um 3×0…
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Areia Movediça por Marlin Persson Giolito
Areia Movediça por Marlin Persson GiolitoLivro intrigante e muito interessante, tem uma narrativa diferente e mais complexa. Por outro lado, é bem lento, o livro se arrasta em alguns momentos. É bem denso, mas o excesso de divagações da protagonista me irritou. Eu não sei em que género esse livro se encaixaria melhor. É um jovem adulto por desmembrar tantos conflitos que moldam o adolescente atualmente. Mas a narrativa é bem adulta e não posso dizer que é uma leitura voltada ao público jovem em especial. Vi classificarem como suspense/thriller/mistério, não vejo assim. Afinal, o livro já começa com Maja presa, todos já sabemos o que aconteceu, quem matou e quem morreu. Tudo que gira em torno disso é o grande mistério. E tem também uma boa dose de drama.
A história é narrada apenas por Maja e já começa com o início do julgamento, nove meses após acontecer a tragédia na escola. Em primeira pessoa ela alterna os acontecimentos desde o início do julgamento com o passado, com seu relacionamento com Sebastian e a forma como tudo começou. E o que causou o final, o tiroteio onde pessoas morreram. A narrativa é diferente, interessante. Maja fala com o leitor, como se ele fosse um confidente a quem ela estivesse desabafando.
Nas memórias de Maja, acompanhamos todo um cenário em que vivem ricos adolescentes suecos. Sem limites, com pais ausentes, regados a muita bebida e muita droga. Ao mesmo tempo, ela aborda vários temas importantes como pano de fundo. A desigualdade social, o impacto da imigração, a vida de adolescentes diferentes em um cenário de tensão racial e económica. O isolamento adolescente, que não contam para ninguém nada do que se passa em suas vidas. Aos poucos, vai se montando um quebra-cabeça, e o leitor começa a entender o porquê de toda a tragédia.
O julgamento toma todo o livro. E como o livro já começa dele, demora muito para descobrirmos o que realmente aconteceu, isso deixou a leitura bem maçante até a página 200, por aí. Não curti muito a forma que a autora apresentou o massacre, depois que aconteceu, tirou um pouco do impacto e toda a tensão do acontecido. Como Maja narra tudo através de suas memórias, de forma picada e aleatória, você não consegue se apegar muito a nenhum personagem. Falta aquela emoção que uma história tão trágica despertaria no leitor.
Como ponto positivo, temos os discursos incríveis do advogado e da promotora. O advogado de defesa com aquele discurso impactante, você vai lendo e pensando “é claro, isso, essa menina não tem culpa de nada! ”. Advogados dignos dos melhores thrillers jurídicos do John Grisham.
O final, sempre os finais rs, foi um balde de água fria. Eu vendo as páginas minguando e pensando, não vai contar nada! E foi isso, eu queria o depois de Maja, eu continuo curiosa pensando o que aconteceu com ela em seguida.
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