Platão o Banquete
Platão o Banquete
O banquete relata a reunião de amigos da qual participaram Sócrates, Aristófanes e outros atenienses eminentes, em que se lançou uma competição para ver quem fazia a melhor definição de eros (o amor, mas também o belo) – um dos mais importantes conceitos da cultura antiga. Neste que é um dos principais diálogos de Platão, debatem-se noções de amizade, de decência, e também sobre o próprio ato de raciocinar. Não é bilíngue.
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Jeff Guinn Manson
Jeff Guinn MansonPsicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.
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As espiãs do dia D por KEN FOLLET
As espiãs do dia D por KEN FOLLETSegunda Guerra Mundial. Na fúria expansionista do Terceiro Reich, a França é tomada pelas tropas de Hitler. Os alemães ignoram quando e onde, mas estão cientes de que as forças aliadas planejam libertar a Europa.
Para a oficial inglesa Felicity Clairet, nunca houve tanto em jogo. Ela sabe que a capacidade de Hitler repelir um ataque depende de suas linhas de comunicação. Assim, a dias da invasão pelos Aliados, não há meta mais importante que inutilizar a maior central telefônica da Europa, alojada num palácio na cidade de Sainte-Cécile.
Porém, além de altamente vigiado, esse ponto estratégico é à prova de bombardeios. Quando Felicity e o marido, um dos líderes da Resistência francesa, tentam um ataque direto, Michel é baleado e seu grupo, dizimado.
Abalada pelas baixas sofridas e com sua credibilidade posta em questão por seus superiores, a oficial recebe uma última chance. Ela tem nove dias para formar uma equipe de mulheres e entrar no palácio sob o disfarce de faxineiras.
Arriscando a vida para salvar milhões de pessoas, a equipe Jackdaws tentará explodir a fortaleza e aniquilar qualquer chance de comunicação alemã – mesmo sabendo que o inimigo pode estar à sua espera.
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E não sobrou nenhum por Agatha Christie
E não sobrou nenhum por Agatha ChristieUma ilha misteriosa, um poema infantil, dez soldadinhos de porcelana e muito suspense são os ingredientes com que Agatha Christie constrói seu romance mais importante. Na ilha do Soldado, antiga propriedade de um milionário norte-americano, dez pessoas sem nenhuma ligação aparente são confrontadas por uma voz misteriosa com fatos marcantes de seus passados. Convidados pelo misterioso mr. Owen, nenhum dos presentes tem muita certeza de por que estão ali, a despeito de conjecturas pouco convincentes que os leva a crer que passariam um agradável período de descanso em mordomia. Entretanto, já na primeira noite, o mistério e o suspense se abatem sobre eles e, num instante, todos são suspeitos, todos são vítimas e todos são culpados. É neste clima de tensão e desconforto que as mortes inexplicáveis começam e, sem comunicação com o continente devido a uma forte tempestade, a estadia transforma-se em um pesadelo. Todos se perguntam: quem é o misterioso anfitrião, mr. Owen? Existe mais alguém na ilha? O assassino pode ser um dos convidados? Que mente ardilosa teria preparado um crime tão complexo? E, sobretudo, por quê? São essas e outras perguntas que o leitor será desafiado a resolver neste fabuloso romance de Agatha Christie, que envolve os espíritos mais perspicazes num complexo emaranhado de situações, lembranças e acusações na busca deste sagaz assassino. Medo, confinamento e angústia: que o leitor descubra por si mesmo porque E não sobrou nenhum foi eleito o melhor romance policial de todos os tempos.
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Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorGuia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorDepois de ler o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, fiquei com gostinho de quero mais. Lá, já havia certas provocações sobre a origem do futebol, mas agora a coisa ficou séria e, aproveitando a época da Copa, ganhamos uma versão dedicada a este esporte, que é paixão nacional.
E pra quem acha que Charles Miller é o pai do futebol no país, já vai um balde um água fria: na verdade, o escocês Thomas Donohoe começou antes, com bate-bola na prática, sem se preocupar em registrar nada.
Mas como era o futebol, no fim do século XIX e começo do XX? Tínhamos times de brancos x negros (eita!). A mistura foi ocorrendo aos poucos.
Nosso 1º craque, Arthur Friedenreich, era boêmio e amava seresta, pôquer e cabarés. Ele fez 568 gols em 580 jogos, uma média de 0,98 gol/jogo. Isso em 1925. Se fosse hoje, com certeza, ele seria um baladeiro de plantão (aliás, acho que isso não mudou muito na conduta dos nossos craques, né?)
E Pelé, qual foi a média de gols dele?
“Com 1282 gols em 1367 partidas, o Rei encerrou a carreira com média de 0,94 bola na rede por jogo.” (pág. 62)
Claro que há controvérsias na forma de contar os gols e o livro também aborda isso e fala da média de gols de outros jogadores.
O livro ainda dedica capítulos a cada Copa, aos mitos, às organizadas, aos craques (Pelé, Maradona, Messi) e sentencia: “Não existe na história do futebol melhor time que a seleção brasileira campeã da Copa do Mundo de 70” (pág. 80).
Será?
Uma coisa é fato: depois dessa Copa, algumas coisas terão de ser revistas no livro para uma nova edição, a começar pela contagem de maior vexame do Brasil em jogos da Copa. Até então, o pior placar fora um 3×0…
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Não Há segunda Chance por Harlan Coben
Não Há segunda Chance por Harlan CobenApós ser gravemente ferido numa invasão à sua casa, o Dr. Marc Seidman desperta de um coma de quase duas semanas e descobre que sua vida foi destruída. A esposa foi assassinada. A filha, Tara, de 6 meses, desapareceu.
Depois de tanto tempo, parece impossível descobrir onde a bebê está, mas de repente Marc tem um alento ao receber um pedido de resgate. Só que o bilhete faz uma clara advertência: se ele falar com a polícia, nunca mais verá a filha. Não haverá segunda chance.
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Com personagens envolventes e reviravoltas inimagináveis, Não há segunda chance é um livro de tirar o fôlego, no qual o suspense se sustenta até a última página.
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Outlander A Cruz de fogo Livro V
Outlander A Cruz de fogo Livro VNão há mais como escapar: a guerra está diante de Jamie, Claire e sua família. Quando as tensões entre o governo e os rebeldes se acirram, a milícia é convocada mais uma vez e o conflito chega ao clímax na Batalha de Alamance. De volta ao vilarejo onde moram, os Frasers e os MacKenzies ainda terão que enfrentar diversas tribulações, que acabarão aproximando Jamie e seu genro, Roger. Os dois tramam um plano para acabar com Stephen Bonnet, o sórdido capitão que violentara Brianna, pondo em dúvida a paternidade de seu filho, Jemmy. Em meio a várias revelações, o mais surpreendente é o retorno inesperado de um conhecido, que traz uma pista capaz de desvendar os mistérios que cercam os viajantes do tempo. Grandiosa, envolvente e inesquecível, a segunda parte de A Cruz de Fogo é uma vibrante mistura de fatos históricos e dramas humanos.
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A Chave de Rebecca por Ken Follett
A Chave de Rebecca por Ken FollettNorte da África, Segunda Guerra Mundial. As tropas britânicas na região estão sofrendo perdas significativas. Não há dúvidas de que alguém está informando o inimigo sobre os movimentos e planos estratégicos do exército britânico.
O espião é conhecido por seus compatriotas alemães como Esfinge, mas para todos os outros é o empresário europeu Alex Wolff. Após cruzar o deserto, ele chega ao Cairo, no Egito, munido de um rádio, uma lâmina letal e um exemplar do livro Rebecca, de Daphne du Maurier. Violento e implacável, ele está disposto a tudo para cumprir a missão que recebeu.
Para isso, conta com a ajuda de uma dançarina do ventre tão inescrupulosa quanto ele.
O único homem capaz de detê-lo é William Vandam, oficial da inteligência britânica que precisa desvendar o enigma do Esfinge para interromper o avanço dos nazistas.
Ao mesmo tempo que os alemães chegam cada vez mais perto da vitória final, Vandam também se aproxima de seu adversário, da chave que revela o código escondido no livro – e do combate mortal
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Areia Movediça por Marlin Persson Giolito
Areia Movediça por Marlin Persson GiolitoLivro intrigante e muito interessante, tem uma narrativa diferente e mais complexa. Por outro lado, é bem lento, o livro se arrasta em alguns momentos. É bem denso, mas o excesso de divagações da protagonista me irritou. Eu não sei em que género esse livro se encaixaria melhor. É um jovem adulto por desmembrar tantos conflitos que moldam o adolescente atualmente. Mas a narrativa é bem adulta e não posso dizer que é uma leitura voltada ao público jovem em especial. Vi classificarem como suspense/thriller/mistério, não vejo assim. Afinal, o livro já começa com Maja presa, todos já sabemos o que aconteceu, quem matou e quem morreu. Tudo que gira em torno disso é o grande mistério. E tem também uma boa dose de drama.
A história é narrada apenas por Maja e já começa com o início do julgamento, nove meses após acontecer a tragédia na escola. Em primeira pessoa ela alterna os acontecimentos desde o início do julgamento com o passado, com seu relacionamento com Sebastian e a forma como tudo começou. E o que causou o final, o tiroteio onde pessoas morreram. A narrativa é diferente, interessante. Maja fala com o leitor, como se ele fosse um confidente a quem ela estivesse desabafando.
Nas memórias de Maja, acompanhamos todo um cenário em que vivem ricos adolescentes suecos. Sem limites, com pais ausentes, regados a muita bebida e muita droga. Ao mesmo tempo, ela aborda vários temas importantes como pano de fundo. A desigualdade social, o impacto da imigração, a vida de adolescentes diferentes em um cenário de tensão racial e económica. O isolamento adolescente, que não contam para ninguém nada do que se passa em suas vidas. Aos poucos, vai se montando um quebra-cabeça, e o leitor começa a entender o porquê de toda a tragédia.
O julgamento toma todo o livro. E como o livro já começa dele, demora muito para descobrirmos o que realmente aconteceu, isso deixou a leitura bem maçante até a página 200, por aí. Não curti muito a forma que a autora apresentou o massacre, depois que aconteceu, tirou um pouco do impacto e toda a tensão do acontecido. Como Maja narra tudo através de suas memórias, de forma picada e aleatória, você não consegue se apegar muito a nenhum personagem. Falta aquela emoção que uma história tão trágica despertaria no leitor.
Como ponto positivo, temos os discursos incríveis do advogado e da promotora. O advogado de defesa com aquele discurso impactante, você vai lendo e pensando “é claro, isso, essa menina não tem culpa de nada! ”. Advogados dignos dos melhores thrillers jurídicos do John Grisham.
O final, sempre os finais rs, foi um balde de água fria. Eu vendo as páginas minguando e pensando, não vai contar nada! E foi isso, eu queria o depois de Maja, eu continuo curiosa pensando o que aconteceu com ela em seguida.
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