Um dia ainda vamos rir de tudo isso
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“A vida como ela é do novo milênio. Fazia tempo que não dava com uma cronista tão atual, antenada, com olho de lince e arrasadora.” – Ignácio de Loyola Brandão “Escrever bem é uma prática e uma vocação. Ruth Manus observa, sente, elabora e coloca no papel seu diário de vida. Há fluidez de frases e bordado de orações. Emerge o encanto da inteligência desarmada.” – Leandro Karnal “Ruth escreve fácil e gostoso. É muito gostoso de ler e ponto!” – Mario Prata Ruth Manus possui o raro talento dos cronistas capazes de produzir textos instigantes a partir de assuntos banais: uma conversa entre amigas pelo WhatsApp, uma ligação para um salão de beleza ou as dificuldades de comunicação de uma brasileira em Portugal. Mas talvez mais notável ainda seja a capacidade incomum de Ruth de escrever com sagacidade e sutileza sobre assuntos nada banais: padrões estéticos, Direito do Trabalho, machismo e outras questões contemporâneas não só pertinentes como necessárias. Um dia ainda vamos rir de tudo isso é uma coletânea de crônicas publicadas no blog do Estadão, em sua coluna no Estado de S. Paulo e no jornal Observador, de Lisboa, além de algumas inéditas. O que o leitor tem em mãos não é apenas uma seleção de textos, e sim um retrato do nosso tempo, por uma das mais destacadas cronistas da nova geração.
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A Coisa por Stephen King
A Coisa por Stephen KingQuase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal. Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto, mas somente eles podem vencer a Coisa. Em It : A Coisa, clássico de Stephen King em nova edição, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.
A cada vinte e sete anos, desaparecimentos e mortes misteriosas ocorrem em Derry, no Maine. Uma força sobrenatural reside na cidade se alimentando de seus piores medos e angustias, enfrentá-la pode ser a única maneira de se ver livre dela pra sempre, mas isso já foi feito uma vez e quando o ciclo recomeçou ela parecia mais faminta do que nunca.
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Carrie a Estranha por Stephen King
Carrie a Estranha por Stephen KingUm grande livro de Stephen King
Amo Stephen King. Tanto que virou uma característica minha, todos que me conhecem sabem que ele é meu escritor favorito. O mais legal é que esse amor começou exatamente com “Carrie, a Estranha“ (Carrie, EUA, 291 páginas, 1974). Eu era muito nova (muito mesmo, criança ainda) quando permitiram que eu visse o filme. Dessa experiência não lembro de quase nada a não ser o banho de sangue de porco e que adorei! Dali foi um passo para ler os livros.
Comecei com “A Hora da Zona Morta” (que gostei muito, mas achei muito adulto para mim na época), depois “A Hora do Vampiro” (reeditado como “Salem“), “O Iluminado” (que quase me fez perder uma prova de matemática, já que eu PRECISAVA terminar o livro antes de dormir) e finalmente “Carrie, a Estranha“. Dessa primeira vez que li, tudo que me lembro é da mãe, personagem que me impressionou muito, e da cena final do livro, momento que percebi que Stephen King é um grande escritor.
Então decidiram realizar um novo filme baseado em “Carrie, a Estranha”, o que me fez querer reler o livro antes de ver essa nova versão. Reli em dois dias, não apenas por ser curto, mas também por ter uma narrativa dinâmica que mistura a vida cotidiana de Carrie a relatos, entrevistas, textos científicos e relatórios policiais sobre a tragédia que se abateu sobre a cidade de Chamberlain. Percebi que não lembrava alguns detalhes do livro, mas também uma outra coisa: que o autor conseguiu em seu primeiro livro ditar todo seu estilo literário e ainda mostrar que escrever terror pode ser sinônimo de boa literatura, graças à forma como ele constrói a história e envolve o leitor. O resultado é que consegui admirá-lo ainda mais.
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A Hora do Lobisomem por Stephen King
A Hora do Lobisomem por Stephen KingO primeiro grito veio de um trabalhador da ferrovia isolado pela neve, enquanto as presas do monstro dilaceravam sua garganta. No mês seguinte, um grito de êxtase e agonia vem de uma mulher atacada no próprio quarto. Agora, a cada vez que a lua cheia brilha sobre a cidade de Tarker’s Mill, surgem novas cenas de terror inimaginável. Quem será o próximo? Quando a lua cresce no céu, um terror paralisante toma os moradores da cidade. Uivos quase humanos ecoam no vento. E por todo lado as pegadas de um monstro cuja fome nunca é saciada. Um clássico de Stephen King, com as ilustrações originais de Bernie Wrightson
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Jeff Guinn Manson
Jeff Guinn MansonPsicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.
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Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)
Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)
Mindhunter O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano (Português)Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI.
Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.
Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.
Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.
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Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorGuia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes Junior
Guia Politicamente incorreto do Futebol por Jones Rossi e Leonardo Mendes JuniorDepois de ler o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, fiquei com gostinho de quero mais. Lá, já havia certas provocações sobre a origem do futebol, mas agora a coisa ficou séria e, aproveitando a época da Copa, ganhamos uma versão dedicada a este esporte, que é paixão nacional.
E pra quem acha que Charles Miller é o pai do futebol no país, já vai um balde um água fria: na verdade, o escocês Thomas Donohoe começou antes, com bate-bola na prática, sem se preocupar em registrar nada.
Mas como era o futebol, no fim do século XIX e começo do XX? Tínhamos times de brancos x negros (eita!). A mistura foi ocorrendo aos poucos.
Nosso 1º craque, Arthur Friedenreich, era boêmio e amava seresta, pôquer e cabarés. Ele fez 568 gols em 580 jogos, uma média de 0,98 gol/jogo. Isso em 1925. Se fosse hoje, com certeza, ele seria um baladeiro de plantão (aliás, acho que isso não mudou muito na conduta dos nossos craques, né?)
E Pelé, qual foi a média de gols dele?
“Com 1282 gols em 1367 partidas, o Rei encerrou a carreira com média de 0,94 bola na rede por jogo.” (pág. 62)
Claro que há controvérsias na forma de contar os gols e o livro também aborda isso e fala da média de gols de outros jogadores.
O livro ainda dedica capítulos a cada Copa, aos mitos, às organizadas, aos craques (Pelé, Maradona, Messi) e sentencia: “Não existe na história do futebol melhor time que a seleção brasileira campeã da Copa do Mundo de 70” (pág. 80).
Será?
Uma coisa é fato: depois dessa Copa, algumas coisas terão de ser revistas no livro para uma nova edição, a começar pela contagem de maior vexame do Brasil em jogos da Copa. Até então, o pior placar fora um 3×0…
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Nova Iorque sob trevas por Stranger ThingsApagam-se as luzes na cidade que nunca dorme. Se pensa que conhece toda a história do Chefe Jim Hopper, está enganado. Prepare-se para as revelações há muito aguardadas da sua vida de detetive na Polícia de Nova Iorque e para o confronto entre o passado e o presente, nesta prequela da série de sucesso da Netflix, Stranger Things. «NO VERÃO DE 1977, ALGO MUITO ESTRANHO ACONTECEU
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