A vida secreta dos Animais
A vida secreta dos Animais
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“Este livro vai tocar até mesmo os mais céticos a respeito das emoções dos animais.” ― The Washington Post
“Espirituoso, minucioso e delicado, Wohlleben nos conduz de uma criatura a outra e faz com que cada história contribua para uma visão mais abrangente da inteligência, das emoções e das relações delas.” ― The Guardian
Neste livro, Peter Wohlleben segue o bem-sucedido modelo de A vida secreta das árvores e compartilha conosco fascinantes histórias sobre as emoções, os sentimentos e a inteligência dos animais que nos cercam.
Através de casos impressionantes de porcos leais, pássaros que traem as companheiras e galos conspiradores, ele mescla recentes descobertas científicas à própria experiência como engenheiro florestal para mostrar como os animais interagem com o mundo.
Cavalos sentem vergonha, cervos guardam luto por membros do grupo e cabras educam seus filhos. Corvos chamam os amigos pelo nome, ratos se arrependem das más decisões e borboletas escolhem os melhores lugares para seus filhos crescerem.
Você vai ver que embora sejam diferentes de nós de muitas formas impressionantes, eles são, ao mesmo tempo, mais parecidos conosco do que poderíamos imaginar.
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1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no BrasilNas últimas semanas de 1889, a tripulação de um navio de guerra brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital do Ceilão (atual Sri Lanka), foi pega de surpresa pelas notícias alarmantes que chegavam do outro lado do mundo. O Brasil havia se tornado uma república. O império brasileiro, até então tido como a mais sólida, estável e duradoura experiência de governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de Quinze de Novembro. O austero e admirado imperador Pedro II, um dos homens mais cultos da época, que ocupara o trono por quase meio século, fora obrigado a sair do país junto com toda a família imperial. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos do novo regime estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.
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O MBA DA VIDA REALAfinal, por que algumas organizações prosperam enquanto outras não conseguem sequer manter os resultados? Como evitar ser passado para trás pela concorrência e como agir se isso acontecer? O que um líder precisa fazer para extrair paixão e alto rendimento da equipe, inclusive dos gênios cujo trabalho não entende, dos funcionários remotos que mal conhece e daqueles que estão sempre jogando contra o time? Neste livro, Jack e Suzy Welch abordam a importância de transmitir a missão e os valores da empresa aos funcionários e incentivar as boas ideias entre seus colaboradores. Também analisam formas inovadoras de pensar sobre marketing e finanças e sugerem medidas realistas para lidar com as crises. Eles apresentam um novo modelo de liderança, elaborado para dar conta das transformações das últimas décadas, descrevendo tudo o que você precisa para montar uma equipe campeã, cobrindo temas como contratação, motivação, retenção, trabalho remoto e mudanças geradas pelas novas tecnologias. O MBA da vida real reúne tudo o que você precisa saber para: – Cultivar os comportamentos essenciais para uma liderança eficaz – Formar uma equipe motivada que seja mais forte no conjunto do que na soma das partes – Contratar profissionais brilhantes usando uma técnica que diminui as chances de erro – Reinventar-se a fim de sair da estagnação na carreira e descobrir a sua Área de Destino – Transmitir a missão e os valores da empresa para sua equipe – Criar uma estratégia que não fique ultrapassada com o tempo – Evitar uma rasteira da concorrência ou se recuperar de uma queda caso seja tarde demais – Estimular o crescimento num ambiente desfavorável e incentivar as boas ideias entre todos – Ir além da burocracia para se concentrar no que realmente impulsiona o desempenho – Trazer à tona as oportunidades de crescimento que estão escondidas – Entender e analisar os dados financeiros (especialmente para quem não é da área financeira) – Lidar com uma crise nas mídias sociais e sobreviver para contar a história – Organizar o RH de um jeito novo e radical, permitindo que faça contribuições ainda maiores.
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O Ponto da virada
O Ponto da viradaVocê já ficou intrigado pensando no que faz com que um produto, um serviço ou mesmo atitudes virem moda da noite para o dia? Já imaginou que tipo de mudança faz, por exemplo, com que livros desconhecidos se transformem em best-sellers? Ou o que explica o aumento do consumo de cigarros entre os adolescentes, apesar da campanha antitabagista?
Nesse livro − que já vendeu 5 milhões de exemplares em todo o mundo e está há mais de 200 semanas a lista de best-sellers do New York Times − Malcolm Gladwell apresenta uma maneira instigante e original de entender fenômenos sociais desse tipo: vê-los como epidemias.
“Idéias, produtos, mensagens e comportamentos se espalham como vírus”, diz o autor. E o momento decisivo em que essas novidades se alastram − ou se acabam − é o que ele chama de o Ponto da Virada. Esse instante crítico surge com mudanças que, embora pequenas, surtem um efeito extraordinário.
Mas nem sempre as novidades contagiantes são benéficas. Basta pensar na epidemia de suicídios que arrebatou adolescentes da Micronésia por uma década depois que um jovem rico e carismático tirou a própria vida.
Partindo dessa tremenda influência que sofremos do meio, Gladwell pergunta: por que então algumas epidemias que poderiam ser “boas” não emplacam, como é o caso da campanha antitabagista entre os jovens?
Sua reposta é que as pessoas podem transformar radicalmente seus comportamentos ou suas crenças desde que estejam diante do estímulo certo. E aqui ele nos mostra como identificar e até construir esses estímulos.
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Por que o budismo funciona
Por que o budismo funciona“Esperei a vida inteira por uma explicação lúcida e fácil de ler sobre o budismo feita por uma mente cética e rigorosa. Aqui está. Esta é uma viagem científica e espiritual diferente de qualquer outra que já fiz.” – Martin Seligman, autor de Felicidade autêntica
“Uma fantástica introdução racional à meditação. Um livro que me fez sorrir um pouco e dar algumas risadas. Um guia irônico, autocrítico e brutalmente empírico sobre como evitar o sofrimento.” – New York Magazine
“O que acontece quando alguém mergulhado na psicologia evolucionista olha o budismo com objetividade? Se essa pessoa é, como Robert Wright, um talentoso escritor, a resposta é este livro surpreendente, agradável, desafiador e potencialmente transformador.” – Peter Singer, autor de Ética prática
Um dos mais brilhantes escritores americanos, Robert Wright apresenta uma jornada pela psicologia, a filosofia e a meditação para nos mostrar que o budismo detém o segredo para a felicidade duradoura.
A filosofia budista se baseia na afirmação de que nós sofremos – e causamos sofrimento aos outros – porque não vemos o mundo como ele é. E a prática da meditação traz uma promessa radical: é possível aprender a ver o mundo e a nós mesmos com maior clareza e, assim, alcançar uma profunda satisfação.
Nesse livro pioneiro, definido como “sublime” pela revista The New Yorker, Wright afirma que levar essa promessa a sério pode mudar a sua vida, pois diminui o poder que a ansiedade, a culpa e o ódio têm sobre você, além de aumentar sua capacidade de apreciar as outras pessoas e a beleza do mundo.
Com uma aguçada compreensão da evolução humana, ele recorre às últimas descobertas da neurociência e da psicologia para explicar como essa transformação acontece.
Escrito com a sagacidade e a elegância características do autor, este livro estabelece os alicerces para uma vida espiritual num mundo secular e ensina como, numa época de distrações tecnológicas e conflitos sociais, podemos nos salvar de nós mesmos – como indivíduos e como espécie.
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1822 por Laurentino Gomes
1822 por Laurentino GomesEsta obra apresenta 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época da independência. Resultado de três anos de pesquisas, a obra cobre um período de quatorze anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de d. João vi a lisboa, e 1834, ano da morte do imperador d. Pedro i. O livro procura explicar como o brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822.
Escravidão – Vol. 1: Do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares
Escravidão – Vol. 1: Do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos PalmaresEscravidão – Vol. 1: Do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares
Escravidão – Vol. 1: Do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos PalmaresDepois de receber diversos prêmios e vender mais de 2,5 milhões de exemplares no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos com a série 1808, 1822 e 1889, o escritor Laurentino Gomes dedica-se a uma nova trilogia de livros-reportagem, desta vez sobre a história da escravidão no Brasil. Resultado de seis anos de pesquisas e observações, que incluíram viagens por doze países e três continentes, este primeiro volume cobre um período de 250 anos, do primeiro leilão de cativos africanos registrado em Portugal, na manhã de 8 de agosto de 1444, até a morte de Zumbi dos Palmares. Entre outros aspectos, a obra explica as raízes da escravidão humana na Antiguidade e na própria África antes da chegada dos portugueses, o início do tráfico de cativos para as Américas e suas razões, os números, os bastidores e os lucros do negócio negreiro, além da trajetória de alguns de seus personagens mais importantes, como o Infante Dom Henrique, patrono das grandes navegações e descobrimentos do século XV e também um dos primeiros grandes traficantes de escravos no Atlântico. Esta é uma história de dor e sofrimento cujos traços ainda são visíveis atualmente em muitos dos locais visitados pelo autor, como Luanda, em Angola; Ajudá, no Benim; Cidade Velha, em Cabo Verde; Liverpool, na Inglaterra; e o cais do Valongo, no Rio de Janeiro.Os dois volumes seguintes, a serem publicados até as vésperas do bicentenário da Independência Brasileira, em 2022, serão dedicados ao século XVIII, o auge do tráfico de escravos, e ao movimento abolicionista que resultou na Lei Áurea de 13 de maio de 1888, chegando até o persistente legado da escravidão que ainda hoje assombra o futuro dos brasileiros.
Arroz de Palma
Arroz de Palmarimeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, O arroz de palma narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos suas vidas, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado no casamento dos patriarcas, José Custódio e Maria Romana, em 1908. Grão que serve de fio condutor desta história, como migalhas de pão jogadas no labirinto da memória.
Estreia na literatura do roteirista e dramaturgo Francisco Azevedo — autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica —, o livro começa com Antônio, filho de José e Maria, aos 88 anos, preparando o almoço que será servido à família, finalmente reunida após muito tempo. Enquanto combina os ingredientes, vão se misturando em sua mente as histórias que Tia Palma, irmã de seu pai, lhe contava. Mitologias familiares, que gravitam em torno desse arroz e também em torno das dificuldades em se largar uma terra amada por um futuro duvidoso.
No casamento dos pais, em Viana do Castelo, norte de Portugal, seguindo a tradição, o casal saiu da igreja sob uma chuva de arroz. Recolhido por Palma, esses 12 quilos de arroz foram acompanhando a família, sendo fundamentais em vários momentos. Como quando, para tratar da infertilidade da cunhada e do irmão, Palma dá a ele um laxante e depois prepara uma canja com esse arroz. O mesmo que ela presenteia ao sobrinho Antônio no dia de seu casamento. Uma união selada num almoço em que a família serviu esse arroz com bacalhau.
O arroz de palma é um romance delicado, que emociona e comove. Com um certo ar de Isabel Allende, a trama tem um forte componente sentimental. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.





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