Stephen Hawking Uma breve história do tempo
Stephen Hawking Uma breve história do tempo
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Uma das mentes mais geniais do mundo moderno, Stephen Hawking guia o leitor na busca por respostas a algumas das maiores dúvidas da humanidade: Qual a origem do universo? Ele é infinito? E o tempo? Sempre existiu, ou houve um começo e haverá um fim? Existem outras dimensões além das três espaciais? E o que vai acontecer quando tudo terminar?
Com ilustrações criativas e texto lúcido e bem-humorado, Hawking desvenda desde os mistérios da física de partículas até a dinâmica que movimenta centenas de milhões de galáxias por todo o universo. Para o iniciado, Uma breve história do tempo é uma bela representação de conceitos complexos; para o leigo, é um vislumbre dos segredos mais profundos da criação.
“Bem-humorado e extremamente didático, Stephen Hawking demonstra os talentos de um grande professor ao usar o cotidiano para ilustrar teorias extremamente complexas.”The New York Times
“Mesmo preso à cadeira de rodas, Stephen Hawking viaja com sua mente por toda a vastidão do espaço e do tempo e desvenda os segredos do universo.”Time
“Uma breve história do tempo é a união do entusiasmo de uma criança ao intelecto de um gênio.”The Sunday Times
“Uma obra magistral.”The Wall Street Journal
Best-seller da Veja
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1822 por Laurentino GomesEsta obra apresenta 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época da independência. Resultado de três anos de pesquisas, a obra cobre um período de quatorze anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de d. João vi a lisboa, e 1834, ano da morte do imperador d. Pedro i. O livro procura explicar como o brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822.
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A elite do atraso: da escravidão a BolsonaroUM DOS MAIORES BEST-SELLERS DA ATUALIDADE, AGORA EM EDIÇÃO REVISTA E ATUALIZADA, ESTE LIVRO É UM NOVO CLÁSSICO DO PENSAMENTO BRASILEIRO. A ELITE DO ATRASO APRESENTA UMA INTERPRETAÇÃO ABRANGENTE, INOVADORA E OUSADA DA SOCIEDADE BRASILEIRA QUE A CADA DIA GANHA NOVOS ADEPTOS.
Quem é a elite do atraso?
Como pensa e age essa parcela da população que controla grande parte da riqueza do Brasil?
Onde está a verdadeira e monumental corrupção, tanto ilegal quanto “legalizada”, que esfola tanto a classe média quanto as classes populares?
A elite do atraso se tornou um clássico contemporâneo da sociologia brasileira, um livro fundamental de Jessé Souza, o sociólogo que ousou colocar na berlinda as obras que eram consideradas essenciais para se entender o Brasil.
Por meio de uma linguagem fluente, irônica e ousada, Jessé apresenta uma nova visão sobre as causas da desigualdade que marca nosso país e reescreve a história da nossa sociedade. Mas não a do patrimonialismo, nossa suposta herança de corrupção trazida pelos portugueses, tese utilizada tanto à esquerda quanto à direita para explicar o Brasil. Muito menos a do brasileiro cordial, ambíguo e sentimental.
No âmago da interpretação de Jessé não está a corrupção política. Para ele, a questão a partir da qual se deve explicar a história passada e atual do Brasil – e de suas classes, portanto – não é outra senão a escravidão.
Sob uma perspectiva inédita, ele revela fatos cruciais sobre a vida nacional, demonstrando como funcionam as estruturas ocultas que movem as engrenagens do poder e de que maneira a elite do dinheiro exerce sua força invisível e manipula a sociedade – com o respaldo das narrativas da mídia, do judiciário e de seu combate seletivo à corrupção.
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1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil
1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil
1889 – Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no BrasilNas últimas semanas de 1889, a tripulação de um navio de guerra brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital do Ceilão (atual Sri Lanka), foi pega de surpresa pelas notícias alarmantes que chegavam do outro lado do mundo. O Brasil havia se tornado uma república. O império brasileiro, até então tido como a mais sólida, estável e duradoura experiência de governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de Quinze de Novembro. O austero e admirado imperador Pedro II, um dos homens mais cultos da época, que ocupara o trono por quase meio século, fora obrigado a sair do país junto com toda a família imperial. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos do novo regime estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.
Essas e outras histórias surpreendentes estão em 1889, o novo livro do premiado escritor Laurentino Gomes. A obra, que trata da Proclamação da República, fecha uma trilogia iniciada com 1808, sobre a fuga da corte portuguesa de Dom João para Rio de Janeiro, e continuada com 1822, sobre a Independência do Brasil.
CAIM
CAIMSe, em O Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago nos deu sua visão do Novo Testamento, neste Caim ele se volta aos primeiros livros da Bíblia, do Éden ao dilúvio, imprimindo ao Antigo Testamento a música e o humor refinado que marcam sua obra. Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos, palácios de tiranos e campos de batalha, conforme o leitor acompanha uma guerra secular, e de certo modo involuntária, entre criador e criatura. No trajeto, o leitor revisitará episódios bíblicos conhecidos, mas sob uma perspectiva inteiramente diferente.
Para atravessar esse caminho árido, um deus às turras com a própria administração colocará Caim, assassino do irmão Abel e primogênito de Adão e Eva, num altivo jegue, e caberá à dupla encontrar o rumo entre as armadilhas do tempo que insistem em atraí-los. A Caim, que leva a marca do senhor na testa e portanto está protegido das iniquidades do homem, resta aceitar o destino amargo e compactuar com o criador, a quem não reserva o melhor dos julgamentos. Tal como o diabo de O Evangelho, o deus que o leitor encontra aqui não é o habitual dos sermões: ao reinventar o Antigo Testamento, Saramago recria também seus principais protagonistas, dando a eles uma roupagem ao mesmo tempo complexa e irônica, cujo tom de farsa da narrativa só faz por acentuar.
A volta aos temas religiosos serve, também, para destacar o que há de moderno e surpreendente na prosa de Saramago: aqui, a capacidade de tornar nova uma história que conhecemos de cabo a rabo, revelando com mordacidade o que se esconde nas frestas dessas antigas lendas. Munido de ferina veia humorística, Saramago narra uma estranha guerra entre o homem e o senhor. Mais que isso, investiga a fundo as possibilidades narrativas da Bíblia, demonstrando novamente que, ao recontar o mito e confrontar a tradição, o bom autor volta à superfície com uma história tão atual e relevante quanto se pode ser.
O evangelho segundo Jesus Cristo
O evangelho segundo Jesus Cristo“O filho de José e de Maria nasceu como todos os filhos dos homens, sujo de sangue de sua mãe, viscoso das suas mucosidades e sofrendo em silêncio. Chorou porque o fizeram chorar, e chorará por esse mesmo e único motivo.” Todos conhecem a história do filho de José e Maria, mas nesta narrativa ela ganha tanta beleza e tanta pungência que é como se estivesse sendo contada pela primeira vez. Nas palavras de José Paulo Paes: “Interessado menos na onipotência do divino que na frágil mas tenaz resistência do humano, a arte magistral de Saramago excele no dar corpo às preliminares e à culminância do drama da Paixão”.
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Por que o budismo funciona
Por que o budismo funciona“Esperei a vida inteira por uma explicação lúcida e fácil de ler sobre o budismo feita por uma mente cética e rigorosa. Aqui está. Esta é uma viagem científica e espiritual diferente de qualquer outra que já fiz.” – Martin Seligman, autor de Felicidade autêntica
“Uma fantástica introdução racional à meditação. Um livro que me fez sorrir um pouco e dar algumas risadas. Um guia irônico, autocrítico e brutalmente empírico sobre como evitar o sofrimento.” – New York Magazine
“O que acontece quando alguém mergulhado na psicologia evolucionista olha o budismo com objetividade? Se essa pessoa é, como Robert Wright, um talentoso escritor, a resposta é este livro surpreendente, agradável, desafiador e potencialmente transformador.” – Peter Singer, autor de Ética prática
Um dos mais brilhantes escritores americanos, Robert Wright apresenta uma jornada pela psicologia, a filosofia e a meditação para nos mostrar que o budismo detém o segredo para a felicidade duradoura.
A filosofia budista se baseia na afirmação de que nós sofremos – e causamos sofrimento aos outros – porque não vemos o mundo como ele é. E a prática da meditação traz uma promessa radical: é possível aprender a ver o mundo e a nós mesmos com maior clareza e, assim, alcançar uma profunda satisfação.
Nesse livro pioneiro, definido como “sublime” pela revista The New Yorker, Wright afirma que levar essa promessa a sério pode mudar a sua vida, pois diminui o poder que a ansiedade, a culpa e o ódio têm sobre você, além de aumentar sua capacidade de apreciar as outras pessoas e a beleza do mundo.
Com uma aguçada compreensão da evolução humana, ele recorre às últimas descobertas da neurociência e da psicologia para explicar como essa transformação acontece.
Escrito com a sagacidade e a elegância características do autor, este livro estabelece os alicerces para uma vida espiritual num mundo secular e ensina como, numa época de distrações tecnológicas e conflitos sociais, podemos nos salvar de nós mesmos – como indivíduos e como espécie.
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Equipes brilhantes
Equipes brilhantes“Se você quer entender como equipes de sucesso trabalham, este é o guia essencial. Um livro cheio de ideias e dicas práticas.” – Charles Duhigg, autor de O poder do hábito
“Um livro verdadeiramente brilhante que desmistifica a magia do sucesso de grandes grupos.” – Adam Grant, autor de Originais
Equipes brilhantes mergulha em algumas das organizações mais bem-sucedidas em diversas áreas – tecnologia, esportes, arte, educação e segurança nacional – para descobrir como elas funcionam.
Com base em recentes pesquisas científicas, Daniel Coyle identifica três habilidades-chave que geram coesão e cooperação, e explica de que forma grupos heterogêneos aprendem a funcionar como uma mente única.
Contando histórias de empresas e até de uma gangue de ladrões de joias, ele oferece estratégias que estimulam o aprendizado e a colaboração, geram confiança entre as pessoas e inspiram mudanças altamente positivas.
Coyle mostra como criar um ambiente onde a inovação tem espaço para florescer, os problemas são resolvidos com facilidade e as expectativas são continuamente superadas.
Ele também apresenta experiências malsucedidas que ilustram o que não se deve fazer e dá ótimos conselhos para se reverter uma cultura tóxica.
Não importa o tamanho do seu grupo, este livro vai lhe ensinar os princípios da química cultural que transforma indivíduos em equipes capazes de incríveis realizações.
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Arroz de Palma
Arroz de Palmarimeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, O arroz de palma narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos suas vidas, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado no casamento dos patriarcas, José Custódio e Maria Romana, em 1908. Grão que serve de fio condutor desta história, como migalhas de pão jogadas no labirinto da memória.
Estreia na literatura do roteirista e dramaturgo Francisco Azevedo — autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica —, o livro começa com Antônio, filho de José e Maria, aos 88 anos, preparando o almoço que será servido à família, finalmente reunida após muito tempo. Enquanto combina os ingredientes, vão se misturando em sua mente as histórias que Tia Palma, irmã de seu pai, lhe contava. Mitologias familiares, que gravitam em torno desse arroz e também em torno das dificuldades em se largar uma terra amada por um futuro duvidoso.
No casamento dos pais, em Viana do Castelo, norte de Portugal, seguindo a tradição, o casal saiu da igreja sob uma chuva de arroz. Recolhido por Palma, esses 12 quilos de arroz foram acompanhando a família, sendo fundamentais em vários momentos. Como quando, para tratar da infertilidade da cunhada e do irmão, Palma dá a ele um laxante e depois prepara uma canja com esse arroz. O mesmo que ela presenteia ao sobrinho Antônio no dia de seu casamento. Uma união selada num almoço em que a família serviu esse arroz com bacalhau.
O arroz de palma é um romance delicado, que emociona e comove. Com um certo ar de Isabel Allende, a trama tem um forte componente sentimental. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.





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